Quase sempre dispensáveis…

Em algumas horas pós meridiano

O teu silencio me entristece;

A tua presença me alegra;

E no seu sorriso tímido

Vejo a mais pura expressão da felicidade.

No teu olhar disfarçado

Agora brilha  a maior estrela do universo.

Estrela que ao reflexo dos teus olhos negros

Parece resplandecer ainda mais

Num instante meio que disperso,

Quase sempre imerso

Distante do universo.

Universo criador da estrela

Moldado em meio a pensamentos impensáveis

Pensamentos quase sempre dispensáveis.

Como tudo o que ainda não foi exibido

Não foi experimentado.

Mas quase sempre é tencionado.

E na maioria das vezes dispensado.

Alguma razão para isso?

A própria razão desconhece. 

 

 

 

 

1 Comentário

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  1. LEONARD — 5 de julho de 2010 @ 14:58

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